Rio Branco, 17 de abril de 2026.

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Ministério Público quer condutor do veículo que matou Juliana e advogado que deu tiro durante confusão atrás das grades

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) publicou em suas redes sociais na tarde desta segunda-feira, 23, como tem atuado em relação à morte da advogada Juliana Chaar, que faleceu após ser atropelada na madrugada do último sábado, 21,  após uma confusão nas imediações da casa noturna Dibuteco, localizada em Rio Branco.

O MPAC afirma que é favorável ao pedido de prisão temporária de Diego Luiz Gois Passo, que é o suspeito de conduzir o veículo que atropelou a advogada. A defesa de Diego entrou com um pedido de revogação da prisão, alegando que ele não teve intenção de atropelar Juliana.

Já em relação ao advogado Keldhery Maia da Silva, que atirou durante a confusão, imagens de câmeras de segurança flagraram o momento em que o advogado atira não para o alto, mas em direção às pessoas que estavam no tumulto, o MP afirmou que é favorável a conversão da prisão em flagrante do advogado. Após ser preso, Keldhery foi solto neste domingo após uma audiência de custódia.

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