
Peraí, tudo tem limite e a falta de água na capital acreana já passou de todos. Não interessa se é a turbidez da água do Rio Acre, se são os equipamentos das Estações de Tratamento que são velhos, se não foram feitos investimentos ao longo de décadas. Seja lá qual for o motivo, precisa ser resolvido e a prefeitura, por meio do Saerb, tem a OBRIGAÇÃO de resolver o problema. Afinal, municipalizaram a água em Rio Branco para isso.
É a turbidez mesmo?
Não entendo da parte técnica, de como se trata ou deixa de tratar a água capitaneada do Rio Acre até que ele chegue na torneira de nossas casas, mas de uma coisa eu sei, desde que sou menino buchudo, e já faz tempo (não sou mais menino, mas ainda continuo buchudo”), a água do Rio Acre sempre foi barrenta, sempre teve lama, nunca foi a água do Croa. Então, pode até ser que esteja com uma turbidez maior do que o normal, mas ser a responsável por não cair água há mais de 10 dias como acontece em alguns bairros de Rio Branco é demais para a minha cabeça.
Tenho dúvidas
Não sei se Oswaldo D’Albuquerque vai ser nomeado para comandar o Ministério Público do Acre (MPAC). Foi muito estranho o governador Gladson Camelí titubear ao ser perguntado sobre e não confirmar, de imediato. Afinal, foi o próprio Camelí que, algumas semanas atrás, disse, em entrevista, que iria respeitar o resultado da eleição do “Parquet”. Se tivesse certeza, teria referendado o que disse antes. Tenho lá minhas dúvidas. São muitos os interesses.
Ponte da Sibéria é mais que uma simples ponte

Perguntado esses dias, falei sobre o assunto. A Ponte da Sibéria, que vai ser inaugurada no domingo, representa mais do que uma obra de ferro e concreto que possibilita a travessia de um rio. Para Xapuri e xapurienses têm um simbolismo enorme. Representa um sonho da comunidade da Sibéria. Existe muita gente que dormiu e sonhou com essa ponte e morreu antes dela se materializar. Não é à toa que me chegam testemunhas de gente que vai até a obra quase pronta e não consegue segurar as lágrimas.
Todo mundo quer se antecipar
O grande problema das “torcidas” em relação ao julgamento do governador Gladson Cameli no STJ é exatamente a paixão cega por um resultado. Prova disso foi o que aconteceu nos últimos dias. Do lado da torcida de Camelí se comemorou como se o adiamento do julgamento representasse a anulação das investigações e que o julgamento não mais aconteceria, o que não é verdade. Do lado de quem torce contra Gladson, a nova data do julgamento é “comemorada” como se já fosse um veredito certo de condenação e o governador fosse sair algemado do local, o que também não é verdade. Eu, que não sou advogado e nem sou torcedor de nenhum lado, prefiro aguardar. Como já disse antes, espero que seja feita justiça. Simples assim.
Nancy com vontade de julgar
Agora, o desfecho do julgamento eu não sei, mas, posso dizer, sem medo, que a ministra Nancy Andrighi do Superior Tribunal de Justiça (STJ) está meRmo com muita vontade de fazer esse julgamento. A celeridade com que a nova data foi marcada não é algo comum. Aguardemos.
Com quem o MDB vai casar?
O MDB está sendo MDB na indefinição de quem vai apoiar nas eleições do ano que vem. Sabe que seu passe é valorizado, não há, neste momento, pressa por tomar uma decisão e aguarda as conversas internas e análise de duas coisas: Quem tem mais chances de ganhar, já que os “cabeças brancas” não aguentam mais viver longe do poder. E qual a melhor oferta de apoio. É o jogo.
Até bebê virou “disputa” eleitoral
O termômetro de como vai ser a eleição no Acre é o bebê Calebe. Com apenas quatro meses, a criança precisou ser transferida para uma unidade hospitalar de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, por conta de bronquiolite e uma cardiopatia congênita. Pronto, a transferência do bebê se tornou uma “guerra” para saber quem é o “padrinho” pelo atendimento. A cada melhora da criança, o senador Alan Rick solta uma nota com a mãe da criança o agradecendo. Não dura 30 segundos, a Sesacre solta outra nota dizendo que tudo só aconteceu por conta da sua articulação política. Em meio a disputa sobre quem fez mais ou fez menos, Calebe está se recuperando e deve voltar ao Acre nos próximos dias. Menos mal.
Em janeiro, Bocalom anuncia que será candidato
Se nada mudar até lá, Bocalom já confidenciou a pessoas mais próximas que em janeiro anuncia que será candidato ao Governo do Acre nas Eleições 2026. Ninguém tem mais dúvidas de que o prefeito da capital acreana vai disputar o Palácio Rio Branco. Preciso algo de extraordinário para que isso não aconteça.
Eleição em dois turnos
Vou ser repetitivo, a escolha das candidaturas passa pelo que vai acontecer no julgamento de Gladson no próximo dia 3 de dezembro. Mas há uma certeza, se Alan, Mailza e Bocalom forem candidatos, o próximo governador do Acre será escolhido em segundo turno. Nenhum dos três consegue ter 50% do eleitorado.