Rio Branco, 29 de abril de 2026.

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Polícia acredita que Moisés Alencastro foi morto ainda na noite de domingo; corpo tinha marcas de facadas

Moisés Alencastro tinha 59 anos e era conhecido por sua alegria contagiante – Foto: redes sociais

Além da dor de amigos e familiares, espera-se que seja feita justiça no caso do assassinato do jornalista, ativista cultural e colunista social Moisés Alencastro, de 59 anos, que foi encontrado morto em seu apartamento no Conjunto Morada do Sol, condomínio Nehine, na Rua Netuno, em Rio Branco, na noite desta segunda-feira, 22. O corpo foi localizado pelo marido de uma amiga que trabalhava com a vítima no Ministério Público do Estado do Acre.

De acordo com informações, Moisés apresentava quatro perfurações provocadas por faca, sendo lesões no abdômen, na região das costelas e um corte no pescoço. O corpo já estava em rigidez cadavérica, indicando que a morte teria ocorrido há pelo menos 20 horas, possivelmente na noite do último domingo, 21.

Uma das principais linhas de investigação da Polícia Civil aponta para um possível latrocínio (roubo seguido de morte). O carro da vítima foi levado e, posteriormente, localizado no bairro Quixadá. Além disso, o rastreador do celular de Moisés indicou que o aparelho estaria em uma área de mata na mesma região, o que reforça a hipótese de fuga após o crime.

Uma moradora do condomínio relatou à polícia que viu o momento em que o veículo saiu do local por volta das 21h de domingo, e que o condutor chegou a bater o carro duas vezes no portão do condomínio antes de deixar o local.

Equipes da Polícia Militar, da Polícia Civil e a ambulância de suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 01) foram acionadas. No local, a equipe médica apenas pôde constatar o óbito. A Perícia Técnico-Científica realizou os trabalhos periciais no apartamento.

Corpo de Alencastro foi levado ao IML – Foto: Ruan Teixeira

O corpo de Moisés Alencastro foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames cadavéricos antes de ser liberado para a família.

A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer a autoria, a motivação do crime e confirmar a dinâmica dos fatos. Novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações.

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