
O governo do Acre realizou, nesta terça-feira, 31, a entrega de 100 unidades habitacionais na Cidade do Povo, em Rio Branco. Esta é a terceira entrega dentro do conjunto de 383 moradias construídas pelo Programa Pró-Moradia, do Governo Federal.
A ação faz parte da política habitacional do estado, que busca reduzir o déficit habitacional, estimado em cerca de 30 mil moradias, e atender famílias em situação de vulnerabilidade social.
De acordo com a diretora técnica da Secretaria de Habitação e Urbanismo (Sehurb), Samilca França, o investimento nas 100 casas ultrapassa R$ 12 milhões e integra um planejamento maior, que prevê a entrega de cerca de 2.700 unidades habitacionais em todo o estado até o fim do ano.
“São mais de 2.700 unidades habitacionais a serem entregues em todo o estado, em mais de 15 municípios. As entregas vão acontecer ao longo do ano”, destacou.
Para a representante do governo do Estado na agenda, a procuradora-geral, Janete Melo, a entrega representa a diminuição das diferenças sociais:

“Essa entrega é mais uma prova desses sete anos do governo do Estado em investimento na diminuição das diferenças. Uma casa própria é a base para melhorar as condições sociais de cada família”, disse.
As moradias são destinadas prioritariamente a famílias inscritas no CadÚnico, incluindo mulheres chefes de família, pessoas com deficiência, idosos, famílias em área de risco e beneficiários de aluguel social.
Segundo a Sehurb, o processo de seleção é feito por meio de inscrição online, seguida de sorteio e visita técnico-social para comprovação das informações.
“As informações são autodeclaratórias, mas depois a equipe faz a visita para verificar se tudo é verdadeiro. Tudo precisa ser comprovado”, explicou Samilca.
As casas possuem pouco mais de 44 metros quadrados, com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. Após a assinatura do contrato e vistoria, as famílias têm até oito dias para se mudar.

Moradora antiga do bairro, Ana Lúcia Costa destacou a importância da entrega para quem mais precisa.
“É muito importante, porque muitas pessoas não têm condições de pagar aluguel ou perdem tudo em alagação. É uma oportunidade de recomeço para muitas famílias”, afirmou.
















