
A morte do professor de matemática Carlos Henrique Espíndola, confirmada na manhã desta quarta-feira (18), causou grande repercussão em Sena Madureira e entre profissionais da educação em todo o estado. O educador estava internado em Rio Branco, onde recebia tratamento intensivo após o agravamento de um quadro de saúde delicado.
Carlos Henrique havia conquistado recentemente uma vaga efetiva na rede estadual de ensino, após aprovação em concurso público. A posse ocorreu no dia 21 de janeiro, marcando o início de uma nova etapa em sua trajetória profissional. Ele atuava na Escola Estadual Dom Júlio Mattioli, onde já vinha se destacando pelo comprometimento com os alunos e pela dedicação ao ensino da matemática.
De acordo com informações, o professor começou a apresentar sintomas há algumas semanas, ainda durante o período em que exercia suas atividades em sala de aula. Após buscar atendimento médico, foi diagnosticado com pancreatite. O quadro evoluiu de forma preocupante, exigindo internação e, posteriormente, transferência para a capital, onde permaneceu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do INTO.
Mesmo com os cuidados intensivos e o empenho da equipe médica, o professor não resistiu às complicações da doença. A notícia gerou comoção entre estudantes, colegas de trabalho e amigos, que lamentaram a perda precoce e destacaram o entusiasmo com que ele abraçou a carreira no serviço público.
Até o momento, familiares não divulgaram detalhes sobre os atos fúnebres.








