Rio Branco, 18 de abril de 2026.

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Academia Acreana de Letras promove roda de conversa “Mulher e Poder” neste sábado em Rio Branco

Edir Marques é escritora e “imortal” da Academia Acreana de Letras – Foto acervo pessoal

A Academia Acreana de Letras realiza neste sábado, 18, em Rio Branco, a primeira edição de 2026 da roda de conversa “Mulher e Poder”, com debate sobre liderança feminina, desigualdade de gênero, estereótipos e o papel das mulheres em espaços de decisão.

O encontro será realizado às 15h, no Museu dos Povos Acreanos, no Auditório Florentina Esteves, e é aberto ao público.

A conversa será mediada pela vice-presidente da Academia Acreana de Letras, Edir Figueira Marques, que destacou que o debate pretende provocar reflexão sobre desafios ainda presentes na ocupação feminina em espaços de poder.

“O enfoque será a mulher e o poder: desafios, estereótipos, discriminação, preconceitos. O papel da mulher na sociedade”, afirmou.

Participantes

A roda de conversa reúne seis mulheres com atuação em diferentes áreas e trajetórias ligadas à liderança e à vida pública:

  • Antônia Tavares – escritora e economista
  • Dulce Benício – presidente do Tribunal de Contas do Acre
  • Márdhia Pereira – ex-secretária de Estado da Mulher
  • Marta Freitas – comandante-geral da Polícia Militar do Acre
  • Naluh Gouveia – conselheira do Tribunal de Contas do Acre
  • Patrícia Dossa – presidente da Associação Comercial e Industrial do Acre

Segundo Edir, a escolha dos nomes busca reunir experiências de mulheres que estão ou já estiveram em posições de poder e podem contribuir para ampliar o debate.

Desigualdade de gênero em pauta

De acordo com a mediadora, a proposta do evento também é enfrentar estereótipos ainda presentes na sociedade e reforçar o debate sobre igualdade de direitos.

“Ainda temos que expor e combater a desigualdade de gênero na liderança e testemunhar que a mulher é tão capaz e tão competente quanto o homem”, destacou.

Ela também afirmou que o tema segue atual porque preconceitos e discriminações ainda limitam o pleno reconhecimento da mulher em condições de igualdade.

Papel da Academia

Além da promoção cultural, a Academia Acreana de Letras também pretende contribuir para debates públicos considerados relevantes.

Segundo Edir, a instituição busca trazer à tona temas sociais e polêmicos, ajudando a esclarecer mitos, enfrentar estereótipos e estimular posicionamentos críticos.

“A Academia deve participar dessas discussões e contribuir para esclarecer questões que ainda afetam a vida das mulheres”, disse.

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