
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) obteve o restabelecimento das prisões preventivas de quatro investigados na Operação Rota do Fim, por meio de decisão do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). A medida foi deferida após recurso interposto pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra decisão do Juízo da Vara de Delitos de Organizações Criminosas que havia revogado as custódias cautelares dos investigados.
Na decisão, o Judiciário reconheceu a presença dos requisitos necessários para a concessão da tutela de urgência, determinando o imediato restabelecimento das prisões preventivas.
O MPAC sustentou que permaneciam presentes os fundamentos que justificaram as prisões, destacando a gravidade concreta dos fatos, a posição estratégica ocupada pelos investigados na estrutura da organização criminosa e a insuficiência das medidas cautelares diversas da prisão para resguardar a ordem pública e assegurar a efetividade da persecução penal.
Os mandados de prisão foram cumpridos nesta quinta-feira, 30, em ação integrada pelo Gaeco/MPAC e pela Polícia Militar do Acre, garantindo o imediato cumprimento da decisão judicial.
A Operação Rota do Fim investiga a atuação de organização criminosa envolvida com tráfico interestadual de drogas, lavagem de capitais e outros crimes correlatos.
Com informações do MPAC.








