Rio Branco, 17 de agosto de 2026.

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Juiz do TRE destaca esforço da Justiça Eleitoral no combate à desinformação no período de campanha

Combate à desinformação é um dos desafios da Justiça Eleitoral, afirma juiz do TRE – Foto Lucas Dourado

Em entrevista ao podcast do Portal Acre, Um Dedim de Prosa, concedida nesta segunda-feira, 17, o juiz titular do TRE/AC, Thalles Vinícius Sales, destacou o esforço da Justiça Eleitoral para combater as fake news e como vai ser a atuação contra a desinformação durante as eleições de 2026.

Thalles explicou que o Tribunal Superior Eleitoral tem trabalhado desde o início do ano com uma campanha voltada ao combate à desinformação. O juiz titular disse que uma série foi elaborada em prol do tema. “Foi feita uma série sobre isso no YouTube, está lá no canal do TSE no YouTube dizendo basicamente para que você desconfie, que você cheque fontes antes de acreditar em qualquer informação”, disse Thalles.

O juiz titular também informou que, como parte da atuação da Justiça Eleitoral no combate às fake news, foi criado um espaço dedicado para que o eleitor possa verificar se uma notícia é verdadeira. “No próprio site do TSE tem uma aba onde você pode checar a veracidade de uma notícia, pode checar a veracidade, você pode pesquisar até o tema que você quiser, que você vai ver as notícias que são verdadeiras relacionadas àquilo”, destacou o juiz.

Durante a entrevista, Thalles afirmou que as fake news são um desafio porque nem todos os portais de notícias têm a marca da credibilidade. O juiz também destacou a importância da população, do Ministério Público, advogados e partidos políticos para provocarem a atuação do TRE.

Thalles também falou que já está em funcionamento o aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, no qual o cidadão que identificar qualquer irregularidade eleitoral pode comunicar à Justiça Eleitoral pelo aplicativo. “É nesse sentido que a gente procura fazer: primeiro informando, educando a população e pode ter certeza de que todos os processos que chegarem lá serão analisados e a lei vai ser aplicada a cada caso concreto sem sombra de dúvida. A Justiça Eleitoral não age de ofício, é preciso que a denúncia chegue até o nosso conhecimento”, explicou o juiz.

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