Rio Branco, 14 de agosto de 2026.

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Suspeito de envolvimento na morte de idosa em Sena Madureira é preso em Goiás com celular da vítima

Após a prisão de Quilson, polícia vai tentar concluir inquérito sobre morte de idosa – Foto cedida

As investigações sobre a morte de Maria Helena de Andrade Fortes, de 60 anos, registrada em julho deste ano, em Sena Madureira, avançaram após a prisão de um homem apontado como suspeito de envolvimento no crime. Ele foi localizado no estado de Goiás durante uma ação integrada entre as forças de segurança do Acre e goiana.

O investigado foi identificado como Quilson de Oliveira Pinheiro. Segundo informações apuradas no decorrer da investigação, durante a abordagem os policiais encontraram com ele um aparelho celular que pertencia a Maria Helena, elemento que passou a integrar o conjunto de provas analisado pela Polícia Civil.

O caso é conduzido pelo delegado Rêmulo Diniz, da Unidade de Segurança Pública (USP) de Sena Madureira. Uma das linhas investigadas é de que a idosa tenha sido vítima de latrocínio roubo seguido de morte.

Maria Helena foi encontrada sem vida dentro da própria residência, localizada no bairro Ana Vieira, no dia 15 de julho de 2026. Quando o corpo foi localizado, já apresentava estado de decomposição. Também foram constatados indícios de violência, incluindo sinais de agressão e estrangulamento.

Após a descoberta do crime, foi constatado ainda o desaparecimento de pertences da vítima. Dinheiro, cartões e o telefone celular não estavam na residência, circunstância que levou os investigadores a apurar a possibilidade de que a morte estivesse relacionada à subtração dos bens.

No decorrer das diligências, a polícia levantou informações de que Quilson teria deixado Sena Madureira após o ocorrido e seguido para Goiás. A partir do intercâmbio de informações entre as forças de segurança dos dois estados, ele acabou localizado e preso.

Maria Helena tinha 60 anos e foi encontrada sem vida com sinais de estrangulamento – Foto cedida

A apreensão do celular de Maria Helena em poder do suspeito é considerada um dos elementos relevantes para o avanço das investigações. A Polícia Civil, no entanto, ainda trabalha para esclarecer toda a dinâmica do caso e estabelecer a eventual participação do investigado na morte.

Quilson permanece preso. As diligências também buscam esclarecer se ele teria agido sozinho ou se outras pessoas podem ter participado do crime.

Com a prisão, a investigação entra em uma nova etapa, mas o caso ainda depende da conclusão do inquérito policial para que sejam definidas as circunstâncias da morte e as responsabilidades pelos fatos.

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