
O conselheiro tutelar Igor Ramon Gama se manifestou, neste domingo, 11, em uma matéria publicada pelo Portal Acre, sobre a acusação feita por Cleuber Uelligton de Souza, pai da criança portadora de paralisia cerebral encontrada abandonada em uma chácara no Ramal do Canil, bairro Vila Acre.
Ainda de acordo com Cleuber, o filho é vítima de negligência da própria mãe, Geriane de Souza, e reforçou que o caso é de conhecimento do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e do Conselho Tutelar de Rio Branco.
“Essa já é a segunda denúncia. O caso já é de conhecimento do Ministério Público e do Conselho Tutelar. Deixo aqui o meu remédio ao plantonista do Conselho Tutelar. Buscamos contato de todas as formas, mas ninguém nos deu retorno. Todos os números foram contatados, inclusive pelos policiais militares, e ninguém atendeu”, disse.
Igor Ramon negou que o Conselho Tutelar tenha falhado no atendimento e destacou que ele próprio foi o responsável pelas orientações, que foram registradas no Boletim Informativo da Polícia Militar (PM).
“O genitor relata que não teve nenhum retorno do conselho, algo que não é verdade. Sou conselheiro, de abrangência diferente da situação em questão, mas mesmo assim fiz todas as orientações pertinentes ao caso, que inclusive estão registradas no Boletim Informativo da PM”, explicou.
No comentário, o conselheiro ainda explicou que a criança não foi direcionada para uma família extensa (avós, tios ou outros parentes próximos) ou para acolhimento profissional, ações associadas à atuação do Conselho, porque o pai estava presente.
“Como todos devem saber, o pai tem poder familiar e assim sendo, possui a guarda natural, não sendo necessário a ação. Vale lembrar que denúncia caluniosa é crime”, finalizou.
Igor acrescentou que não sabe porque o departamento específico para o caso não conseguiu atender, mas que ele, que é de outro conselho, e se disponibilizou, e que isso tá registrado na polícia.








