Rio Branco, 24 de maio de 2026.

Gabriela Câmara na Câmara e Aiache atrás de voto para federal

Não entendeu, eu explico. Esta coluna recebeu informações quentes da costura política que tem sido feita nos bastidores. Com a iminente desistência de Pedro Pascoal da candidatura a deputado federal, a bola da vez do grupo político seria o vereador Aiache. Só que mesmo tendo o direito de permanecer como vereador durante o período eleitoral, Aiache se afastaria do mandato. Quem assumiria a cadeira seria Gabriela Câmara, primeira suplente.

Manoel Moraes na jogada

Como na política nem bom dia é de graça, o afastamento de Aiache passa pelo apoio a Manoel Moraes. O deputado estadual, líder do governo na Aleac, vai para a reeleição e seria o candidato de Aiache. O acordo está bem encaminhado.

Bocalom pode não ter legenda no PL

Um outro assunto quente nos bastidores é um possível descompasso entre o prefeito Bocalom e o senador Márcio Bittar em relação a candidatura do gestor ao Palácio Rio Branco. Bittar não estaria mais empolgado como outrora e Bocalom corre o risco de não ter legenda no PL. Exatamente por isso, Bocalom conversa com representantes de outros partidos em Brasília e PODEMOS ter surpresas por aí.

Falando em Bocalom

Uma coisa não tem nada com a outra. Bocalom pode e deve ser criticado pelos buracos nas ruas, a eterna falta de água, pela vergonha que é esse transporte coletivo na capital acreana e tantos outros problemas da nossa cidade, mas essa bobagem de criticá-lo porque beijou a esposa na fonte da Praça da Revolução é bobagem. Deixem o homem ser feliz com sua amada.

Bocalom e seu café

O elevado de Rio Branco pode até não ser o mais bonito do Brasil como Bocalom gosta de dizer nas entrevistas, mas de uma coisa o velho Boca tem razão. Seu café é bom e tem caído no gosto de quem já experimentou. Mas o sonho do velho Boca é tomar seu próprio café sentado na cadeira de governador a partir de janeiro de 2027. Aí já são outros “quinhentos” e tem que combinar com o povo.

Coletivas que não dizem nada

A Polícia Civil precisa repensar essas coletivas das operações que realiza. A cúpula da PC chama a imprensa e quando os profissionais chegam, não é dito nada de novo do que a própria assessoria já enviou aos órgãos de comunicação. “Não podemos falar mais porque a investigação corre em sigilo”. Ora bolas, se não podem falar mais, por que fazer uma coletiva? A última, só se salvou por conta da declaração do promotor sobre a “presepada” do Edinaldo Muniz.

Sobre Edinaldo Muniz

Eu não o conheço com a profundidade necessária para emitir uma opinião sobre seu caráter. Mas, não há dúvidas, de que tem passado dos limites.  E não estou falando sobre as críticas, mas sobre a forma de se posicionar. As redes sociais se tornaram uma ferramenta importante para democratizar a informação, mas ela precisa ser feita com cuidado. Transmissão ao vivo de operação que pode acabar beneficiando bandido e querer que motorista de ônibus responda pelos erros da empresa não são o melhor caminho.

E não defendo a violência

E só para deixar claro que não estou defendendo nenhum tipo de violência. A agressão sofrida por Edinaldo Muniz foi condenável sob todos os aspectos. Mas é preciso entender que funcionário, que ganha uma porcaria e ainda tem salário atrasado, não tem que responder pelo patrão. É igual ir ao supermercado e querer “bater” na moça do caixa porque os produtos estão caros.

E a BR-364?

Se antes faltou dinheiro, agora falta gestão em Brasília. Pelo menos essa é impressão em relação as condições da BR-364. É uma conversa bonita de que está licitando, que está “andando” que em trafega pela estrada mais importante do Acre só se lasca. Cada vez pior. E não coloquem a “faca no pescoço” do Ricardo Araújo, superintendente do DNIT no Acre. O homem é apenas executor, se não tiver grana, não tem o que fazer, além de enxugar gelo.

Jorge Viana candidato

Posso está errado, mas acho que Jorge Viana é candidato sim. Desde que a esquerda se “afundou” no Acre, mesmo ainda difícil, essa eleição de 2026 é que mais o PT tem chances de conquistar uma vaga ao Senado. Creio que JV quer mesmo é chamar os esquerdistas para a importância de se unirem em torno de sua candidatura. Não está errado.

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Leônidas Badaró

É natural de Xapuri, onde começou na comunicação há 25 anos. De lá pra cá atuou como repórter e apresentador em Rádio, TV e Online. Apaixonado por esportes, também é narrador de futebol.

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