Rio Branco, 2 de maio de 2026.

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Em entrevista ao Um “Dedin” de Prosa, vereador João Paulo fala sobre relação política com Bocalom

Vereador falou sobre como avalia a atual gestão da capital acreana. Foto: Everton Monteiro

O vereador João Paulo (Podemos) foi o segundo entrevistado, nesta quarta-feira, 21, da 2ª temporada do podcast Um “Dedin” de Prosa. O parlamentar falou sobre sua trajetória política, teceu críticas a assuntos polêmicos da capital acreana, como o caso do transporte coletivo, e deu sua opinião sobre como avalia a atual gestão de Tião Bocalom (PL).

Para João Paulo, a relação com o prefeito da capital acreana poderia ter sido construída de maneira mais próxima.

“Jamais eu teria algo a falar do Bocalom. Enquanto prefeito, enquanto chefe do executivo, eu acho que nós poderíamos ter criado uma relação mais próxima no sentido enquanto parlamento e executivo. Isso não houve. Poderia ter sido bem melhor. Eu acho que principalmente na saúde”, afirmou.

Conforme o parlamentar, enquanto especialista e profissional da área da saúde, deveria ter sido chamado, em várias ocasiões, para participar de discussões referentes à Saúde de Rio Branco.

“Enquanto presidente da Comissão de Saúde não fui chamado. Essa é uma grande frustração que eu tenho. É uma crítica que deixo, eu não tenho rabo preso com ninguém, costumo dizer essa palavra. O meu mandato foi um mandato sofrido, não foi um mandato financiado. Então, assim, eu me sinto extremamente confortável para criticar, para elogiar e para deixar bem claro o meu ponto de vista”, declarou.

João Paulo também comentou sobre os secretários que integram a atual gestão da capital acreana, principalmente o responsável pela pasta da Saúde, Rennan Biths.

“Os secretários do prefeito Bocalom, o secretário Rennan é um dos que mais me respeita, me atende, me dá devolutiva, pede a minha opinião. Portanto, queria deixar bem claro que tenho um respeito muito grande. É uma pessoa que tem competência, igual a mim, passamos pelos governos da Frente Popular, eu trabalhando bem na Frente Popular, o Rennan também, porque o camarada quando é bom no que faz, não tem que se prender a partido e a extremismo que o país vive hoje. Por isso que o meu partido é de centro, eu não sou nem de esquerda e nem sou de direita. Eu sou de centro, sou de equilíbrio, que é o que o país precisa”, acrescentou.

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