Rio Branco, 9 de maio de 2026.

Mas não tem revolta, não


Só digo uma coisa: é “eita atrás de eita” e para embalar os capítulos curiosos que têm se desdobrado no cenário da política acreana, a ultima coluna musical de janeiro, nossa amada coruja Caboré trás um grande e lindo clássico da musica popular brasileira. Canta corujinha, canta!


Coruja Caboré: Hoje eu vou cantar fazendo um personagem e você descobre de quem se trata. Lá vai!


“Tudo era apenas uma brincadeira e foi crescendo, crescendo e me absorvendo e de repente anunciei a candidatura ao governo”… mas sozinho sem o senador Bittar e contra Mailza.


…Quando a canção se fez mais forte e mais sentida, quando a poesia fez folia em minha vida o Márcio Bittar demonstrou paixão inesperada por outra pessoa”… outro candidato no caso, que até o momento está indefinido e pode ser tanto a vice-governadora Mailza Assis, como o senador Alan Rick.


Mas nosso personagem é resiliente, e ele canta: “Mas não tem revolta não, eu só quero que o Márcio se encontre. Ter saudade até que é bom, é melhor que caminhar vazio, a esperança é um dom, que eu tenho em mim, eu tenho sim… Não tem desespero não você me ensinou milhões de coisas…”


Só não ensinou a montar chapa, mas para isso nosso personagem já tem Rennan Biths que aprendeu com Tchê e é por isso que ele segue cantando:


“Não tem desespero não, amanhã será um novo dia, tenho um sonho em minhas mãos e certamente eu serei mais feliz… como governador…”


Ahhh coruja buraqueira! Não tem nem como fazer suspense, com uma história dessa o personagem ficou claro: Bocalom! A música é boa e a história também. Minha opinião é que… bora ouvir a música!!!

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Fredson Camargo

Fredson Camargo é jornalista, publicitário, estrategista político e co-fundador do Portal Acre.

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