Rio Branco, 19 de abril de 2026.

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Acre é o 3º estado da região Norte com melhores indicadores de potencial de mercado, diz pesquisa

Acre ocupa, entre os estados da região Norte, a 3ª posição com os melhores indicadores. Foto: Reprodução

O Centro de Liderança Pública (CLP) divulgou uma nova pesquisa nesta quarta-feira, 4, que apresenta o recorte regional do pilar de Potencial de Mercado do ranking de Competitividade dos Estados 2025.

Segundo o levantamento, o estado do Acre ocupa, entre os estados da região Norte, a 3ª posição com os melhores indicadores. Já no ranking geral, o estado desceu uma posição no ranking e passou a ocupar a 6ª posição.

De acordo com o CLP, o pilar de potencial de mercado considera fatores como o tamanho do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, dinâmica de crescimento nos últimos anos e o potencial de expansão da força de trabalho na próxima década.

Também entram na análise indicadores ligados ao mercado de crédito, como comprometimento de renda, qualidade do crédito para pessoa física, volume de crédito e inadimplência.

“Além disso, também foi considerado os indicadores relacionados ao mercado de crédito: Comprometimento de Renda, Qualidade de Crédito para Pessoa Física, Volume de Crédito, e Inadimplência. Naturalmente, o tamanho da economia do Estado é uma das variáveis levadas em consideração na decisão de localização de investimentos das empresas, favorecendo a competitividade das maiores Unidades da Federação. Ao mesmo tempo, Estados com economias mais dinâmicas também abrem mais oportunidades de investimento, gerando um ciclo virtuoso de competitividade e desenvolvimento econômico. O ritmo de crescimento da população em idade de trabalho, por sua vez, constitui um dos principais determinantes do crescimento de longo prazo”, destaca o estudo.

O estudo detalha ainda que os indicadores de crédito são determinantes para a evolução do investimento e consumo. Além disso, se mostram relevantes no contexto atual brasileiro de elevado patamar do comprometimento de renda da população.

“Ressalta-se que o indicador de tamanho de mercado sofre um redutor em seu peso dentro do pilar em razão do critério de ponderação denominado de ‘dispersão’ (ver anexo 2), evitando assim que os maiores Estados do País em termos de PIB, como São Paulo, adquiram uma vantagem excessiva no Ranking Geral, por conta de um único indicador”, pontua o relatório.

Segundo a instituição, o pilar possui peso de 8,2% no ranking e mostra como economias maiores naturalmente atraem investimentos, mas também destaca que estados com crescimento mais dinâmico e condições favoráveis de crédito podem gerar oportunidades competitivas relevantes. Conforme o CLP, é o equilíbrio entre tamanho, dinamismo e acesso a crédito que revela o verdadeiro potencial de mercado de cada estado.

As Unidades Federativas mais bem colocadas no ranking, neste pilar, foram Roraima, Tocantins e Santa Catarina.

“Em relação à edição passada, Roraima subiu de 3° para 1° colocado, Tocantins caiu da 1ª para 2ª colocação e Santa Catarina subiu da 10ª para 3ª colocação. A Paraíba exibiu o maior avanço de posição no pilar, com salto de 9 colocações, passando da 16ª para a 7ª posição”, detalha o levantamento.

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