
Durante coletiva realizada nesta quinta-feira, 7, sobre o ataque ao Instituto São José, em Rio Branco, representantes do Ministério Público do Acre (MPAC) afirmaram que, até o momento, não existem dados concretos que indiquem novos ataques a escolas do estado.
O caso ocorreu na última terça-feira, 5, quando um adolescente de 13 anos entrou armado na instituição e matou duas servidoras. Outras duas pessoas ficaram feridas.
Durante a coletiva, o promotor de Justiça Alcesto Callil explicou que o MP tem atuado em conjunto com os órgãos de segurança e educação para reforçar medidas preventivas nas escolas.
“O Ministério Público vem em diálogo com as instituições de segurança para o reforço do policiamento ao redor das escolas, a aquisição de detectores de metal, situações que já vêm sendo e serão implementadas pela Secretaria Estadual de Educação”, afirmou.
Segundo o promotor, o trabalho das autoridades também envolve monitoramento no ambiente virtual, principalmente em redes sociais, diante da preocupação com conteúdos de incentivo à violência.
“A gente vive realmente em dois mundos, um mundo real e um mundo virtual”, destacou.
Callil ressaltou ainda a atuação da Polícia Militar por meio da chamada “ronda escolar”, que, segundo ele, vai além do trabalho repressivo.

“A Polícia Militar tem uma chamada ronda escolar, que tem contribuído bastante, não só com a questão repressiva, mas muito mais de presença da polícia militar cidadã junto às escolas”, disse.
O Ministério Público reforçou que as forças de segurança seguem monitorando possíveis ameaças e conteúdos nas redes sociais, mas destacou que não há, até o momento, informações concretas sobre novos ataques planejados contra escolas no Acre.








