O senador Sérgio Petecão (PSD-AC) destacou, nesta segunda-feira, 25, a importância da atuação da Marinha do Brasil no atendimento às populações ribeirinhas do Vale do Juruá e agradeceu pelos resultados da 26ª edição da Operação Acre XXVI, realizada pelo Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) Doutor Montenegro e encerrada na última semana.

Reconhecido pelo apoio às comunidades mais isoladas do Acre, o parlamentar ressaltou o alcance social da missão, que levou serviços de saúde a localidades de difícil acesso nos municípios de Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves, Porto Walter, Marechal Thaumaturgo e Mâncio Lima.
No início de maio, ao lado do Capitão de Corveta Marcelo Camerino e demais oficiais da Marinha, Petecão visitou o navio durante a operação e acompanhou de perto a rotina das equipes médicas e militares responsáveis pelos atendimentos. Na ocasião, conheceu a estrutura da embarcação, conversou com profissionais de saúde e constatou a importância do trabalho realizado para levar assistência médica e odontológica às comunidades ribeirinhas mais isoladas do Vale do Juruá.
“Já estive várias vezes no Doutor Montenegro e, a cada visita, fico ainda mais impressionado com a qualidade do atendimento e, principalmente, com o compromisso dos profissionais que estão ali servindo à população. É um trabalho que salva vidas e leva dignidade às comunidades que mais precisam”, afirmou.
A Operação Acre XXVI teve início em janeiro e percorreu diversas comunidades às margens do Rio Juruá, oferecendo consultas médicas e odontológicas, exames clínicos e laboratoriais, cirurgias de pequeno porte, acompanhamento pré-natal, mamografias, exames de raio-X, ações educativas e distribuição de medicamentos.
Ao longo da missão, foram realizados mais de 110 mil atendimentos de saúde. Para Petecão, o resultado evidencia a relevância do serviço prestado pela Marinha em uma região onde, em muitos casos, o acesso à assistência médica depende exclusivamente da navegação dos rios.
“Esse resultado demonstra o quanto esse serviço é essencial. Estamos falando de milhares de atendimentos em regiões onde muitas vezes o acesso só é possível por via fluvial. É uma ação que reduz desigualdades e garante atendimento a quem mais precisa”, destacou.








