
Durante participação no podcast Um Dedin de Prosa nesta segunda-feira, 1º, a presidente do Detran, Taynara Martins, condenou a formação de grupos que informam sobre blitz e afirmou que participar desse tipo de grupo de WhatsApp pode configurar crime. Segundo a gestora, esses grupos corroboram para que criminosos ceifem a vida de pessoas no trânsito.
“O Ministério Público tem tomado providência e, inclusive, em Cruzeiro do Sul há casos de pessoas que já foram condenadas por participar desse tipo de grupo. Essas pessoas corroboram para que criminosos ceifem vidas no trânsito”, disse.
De acordo com JusBrasil, plataforma digital privada brasileira que reúne e organiza informações jurídicas de fontes públicas, participar destes grupos divulgando o local das blitzes pode configurar infração prevista no o artigo 265 do Código Penal.
Ainda durante a conversa, a diretora do Detran destacou que 20% dos casos de morte no trânsito envolvem pessoas alcoolizadas. “Hoje eu tenho contato com diversas famílias que tiveram familiares mortos no trânsito por quem ingeriu bebida alcóolica, que invadiu a contramão, que foi irresponsável e é sempre muito doloroso. Não é apenas um número, não é apenas uma estatística, são famílias que choram a perda de um ente querido”, disse.
Um outro dado interessante dito por Taynara durante o podcast foi sobre a aprovação da população pela realização das blitzes. Ela conta que pesquisas mostram que mais de 90% da população é a favor da fiscalização.
“Na verdade, existe esse pensamento de que as pessoas são contra, mas é exatamente o contrário, temos uma pesquisa onde mostra que mais de 94% da população apoia as operações de trânsito, principalmente as operações de Lei Seca que coíbem a prática de bebida e direção”, afirmou a presidente do Detran.








