
Representantes do governo da Dinamarca estiveram no Acre para acompanhar de perto ações de proteção ambiental e iniciativas desenvolvidas com recursos do Fundo Amazônia. A agenda reuniu autoridades estrangeiras, representantes do poder público estadual e organizações que trabalham com a conservação da floresta e o desenvolvimento sustentável.
Entre os integrantes da comitiva estava o ministro-conselheiro Leif Kokholm, acompanhado de representantes de Copenhague. Durante a passagem pelo estado, o grupo conheceu projetos destinados à redução do desmatamento, à preservação dos recursos naturais e ao fortalecimento de atividades econômicas sustentáveis.
A visita faz parte da aproximação entre Brasil e Dinamarca na área ambiental. O país europeu destinou 150 milhões de coroas dinamarquesas (DKK) ao Fundo Amazônia para o período de 2024 a 2026. Os recursos contribuem para o financiamento de iniciativas de fiscalização, monitoramento ambiental e incentivo à utilização sustentável da floresta.
No Acre, a delegação manteve encontros com representantes do Governo do Estado, do Corpo de Bombeiros Militar, de entidades da sociedade civil e de cooperativas agrícolas. As reuniões tiveram como objetivo apresentar os resultados de projetos financiados pelo fundo, além de discutir experiências e dificuldades enfrentadas na execução das ações ambientais.
A programação também incluiu o contato com instituições que já receberam apoio do Fundo Amazônia, permitindo aos visitantes conhecer os impactos das iniciativas e compreender as necessidades das comunidades e organizações envolvidas.
Outro ponto abordado durante os encontros foi a participação de diferentes setores na preservação ambiental, especialmente a integração entre órgãos governamentais, produtores rurais e entidades locais.
A passagem da comitiva dinamarquesa pelo Acre também proporcionou discussões sobre a continuidade da cooperação internacional e a possibilidade de ampliar parcerias voltadas à proteção da biodiversidade, ao enfrentamento do desmatamento e à promoção de alternativas econômicas sustentáveis na região amazônica.








