
Em razão da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), o Centro de Liderança Pública (CLP) divulgou nesta segunda-feira, 10, mais um mapa de pilares e indicadores do Ranking de Competitividade dos Municípios, desta vez referente ao meio ambiente.
O pilar de Meio Ambiente tem como objetivo avaliar a capacidade local de garantir o uso sustentável, a preservação da biodiversidade e preservar o balanço climático, sendo estas condições necessárias para o desenvolvimento sustentável desta e das futuras gerações.
Composto pelos cinco indicadores: Emissões de Gases de Efeito Estufa, Cobertura de Floresta Natural, Desmatamento Ilegal, Velocidade do Desmatamento Ilegal e Áreas Recuperadas, o pilar reforça, conforme a instituição responsável pelo estudo, o papel estratégio do Estado como indutor de um padrão ambientalmente sustentável de desenvolvimento econômico.
O pilar tem 5,9% de peso no ranking geral e evidencia a necessidade de proteger o meio ambiente como forma de investir no futuro. Por isso, é importante destacar as posições que os municípios acreanos ocupam no levantamento. O maior destaque vai para Cruzeiro do Sul ocupando a 23ª posição no ranking geral, entre as 25 cidades com melhores índices. Já a capital acreana ocupa a 107ª posição.
Os primeiros lugares são ocupados, respectivamente, por Breves (1ª), município do estado do Pará, e Ubatuba (2ª) e São Sebastião (3ª), ambas cidades do estado de São Paulo. Já Teresina (24ª), no Piauí, e Quixadá (25ª), no Ceará, fecham a lista das 25 cidades com melhores indicadores de Meio Ambiente.
Na região Norte, os três primeiros lugares estão ocupados, respectivamente, pelas cidades paraenses de Breves (1ª) e Parauapebas (2ª), e por Manaus (3ª), capital do Amazonas. O segundo maior município do Acre, Cruzeiro do Sul, está na 6ª colocação no ranking regional, atrás de Vilhena (4ª), cidade de Rondônia, e Palmas (5ª), capital de Tocantins.
A capital acreana ocupa uma posição mediana no ranking. Entre as 36 cidades da região Norte, analisadas na pesquisa, Rio Branco está na 19ª posição, atrás de cidades como Santana (17ª), no Amapá, e Parintins (18ª), no Amazonas; e a frente de Paragominas (20ª) e Canaã dos Carajás (21ª), no Pará. A última posição do ranking é ocupada pela capital de Roraima, a cidade de Boa Vista (36ª).
Conforme o relatório divulgado pelo CLP, até o fechamento da edição deste estudo, não havia atualização dos dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios necessários para a construção do indicador Emissões de gases de efeito estufa.
“Assim, toda a variação de posição dos municípios neste indicador, comparando-se à última edição do Ranking de Competitividade dos Municípios, é decorrente exclusivamente da inclusão de municípios que passaram a compor o recorte populacional em análise”, destaca o documento.








