
O Acre gerou 16.621 empregos formais entre o início de 2023 e novembro de 2025, segundo dados do Novo Caged, divulgados no final de dezembro pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Com isso, o estoque de vínculos formais no estado passou de 99.385 no final de 2022 para 116.006 em novembro de 2025. No 11º mês do ano passado, o saldo ficou negativo em -74 vagas.
Todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisadas registraram saldo positivo no Acre no acumulado de 2023 até novembro de 2025. O setor de Serviços foi o que mais gerou empregos formais, tendo aberto 10.861 vagas. Em seguida aparecem o Comércio, com 3.121 postos; a Construção, que gerou 1.203 vínculos; Indústria com 1.104; e Agropecuária com 336.
Com relação aos municípios, o Novo Caged aponta que Rio Branco foi a cidade acreana com maior saldo de empregos formais entre o início de 2023 e novembro de 2025, tendo gerado 10.057 novos empregos com carteiras assinadas. Em seguida aparecem Sena Madureira, com saldo de 2.371 vínculos, e Cruzeiro do Sul, com saldo de 1.238.
No recorte por gênero, a maior parte dos empregos com carteira assinada gerados no Acre entre 2023 e novembro de 2025 foi ocupada por homens: 8.569. No período, as mulheres foram responsáveis por ocupar 8.052 empregos.
Já no que diz respeito à faixa etária, a maior parte dos postos gerados no estado acreano entre 2023 e novembro de 2025 foi ocupada por jovens de 18 a 24 anos, que preencheram 12.491 novos empregos formais. Na análise sobre grau de instrução, a maioria dos vínculos no Acre no período foi ocupada por pessoas com ensino médio completo, que preencheram 14.024 postos.
País bateu recorde na geração de emprego
O Brasil celebrou em dezembro uma cifra superlativa na geração de empregos com carteira assinada entre o início de 2023 e novembro de 2025, superando a marca de 5 milhões de novos vínculos formais criados no país. No período, foram preenchidos 5.028.124 postos. Em novembro do ano passado, o saldo ficou positivo em 85.864 postos de trabalho, resultado de 1.979.902 contratações e 1.894.038 desligamentos. Com isso, o país chegou a 49,09 milhões de vínculos formais ativos, o maior estoque registrado na série histórica do Novo Caged.
No acumulado de 2025, entre janeiro e novembro, foram criados 1,89 milhão de vínculos, com saldos positivos em todos os grandes grupamentos de atividades econômicas avaliadas (Comércio, Serviços, Indústria e Agropecuária). No primeiro ano da atual gestão, em 2023, o saldo foi de 1,455 milhão de empregos formais. Em 2024, fechou em 1,678 milhão.
De janeiro a novembro de 2025, os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldo positivo. O destaque foi o setor de Serviços, com +1.038.470 postos (+4,5%) e especial vitalidade nas atividades de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (+409.148), além de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (+317.540).
Já o Comércio registra saldo positivo no ano de +299.615 postos formais (+2,8%). Os destaques são o Comércio Varejista (+186.268), o Comércio por Atacado (+67.888) e o Comércio de Reparação de Veículos e Motocicletas (+45.459).
A Indústria acumula saldo de +279.614 novos postos de janeiro a novembro de 2025, com destaque para Fabricação de produtos alimentícios (+71.845), Manutenção, Reparação e Instalação de Máquinas e Equipamentos (+20.304).
A Construção, por sua vez, gerou +192.176 postos formais de trabalho no ano, com destaque para elevações expressivas nos segmentos de Construção de Edifícios (+79.304), de Serviços Especializados para Construção (+58.051) e Obras de Infraestrutura (+54.821).
Por fim, a Agropecuária também apresenta saldo positivo, de +85.276 postos de trabalho em 2025, com destaque para o Cultivo de Laranja (+14.446), o Serviço de Preparação de Terreno, Cultivo e Colheita (+8.979) e Cultivo de Soja (+8.059).








