Rio Branco, 19 de abril de 2026.

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Após casos de agressão, prefeitura garante reforço na segurança do Restaurante Popular

Funcionária ficou machucada após agressão – Foto cedida

Após o registro de uma nova agressão no Restaurante Popular da Baixada da Sobral, em Rio Branco, o secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, João Marcos Luz, afirmou que a equipe está preparada para lidar com situações de crise no local.

O caso ocorreu nesta segunda-feira, 30, e é o segundo episódio de violência contra trabalhadoras registrado em menos de um mês. Procurado pelo Portal Acre, o secretário destacou que o perfil do público atendido exige atenção constante.

“Nosso público é sempre um desafio gerenciar porque são pessoas vulneráveis, e em alguns casos, dependentes químicos e de álcool. Nossa gestão busca atender a todos com respeito e dignidade”, afirmou.

Medidas após novo caso de agressão

Segundo João Marcos Luz, apesar dos episódios, a equipe está capacitada para lidar com esse tipo de situação.

“Infelizmente, uma minoria tem quebrado regras e até feito agressão aos nossos colaboradores. Porém, nossa equipe é altamente preparada para gerenciar crises”, disse.

O secretário informou ainda que foram solicitadas medidas para reforçar a segurança no local.

“No momento solicitamos do gabinete militar uma maior atenção com o Restaurante Popular e estamos ampliando a equipe e reordenando serviços para melhor atender e proteger nossos usuários e colaboradores”, completou.

João Marcos Luz garantiu que Restaurante Popular vai ter reforço na segurança – Foto Lucas Dourado

Relembre o caso

Na manhã desta segunda-feira, 30, uma trabalhadora foi agredida após um homem entrar no restaurante e tentar atacar outra funcionária. Colegas intervieram, mas uma segunda servidora acabou sendo atingida.

“Ele entrou violento e tentou agredir uma funcionária. Os funcionários foram proteger e ele conseguiu acertar outra trabalhadora”, relatou uma servidora, que preferiu não se identificar.

Após o ocorrido, os atendimentos chegaram a ser suspensos temporariamente e funcionários passaram a cogitar paralisação diante do clima de insegurança.

Clima de insegurança

Ainda segundo os relatos, os trabalhadores questionam a efetividade das medidas de segurança adotadas no local.

“Disseram que tem segurança e é garantido, mas como é que é garantido se a gente é agredido em serviço?”, disse a funcionária.

O secretário também ressaltou ações da pasta voltadas à população em situação de rua.

“Em 2025 tiramos 78 pessoas das ruas e vamos continuar até mudar a vida de mais pessoas”, concluiu.

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