
A Polícia Civil do Acre deu mais um passo nas investigações de um homicídio registrado no início deste ano em Mâncio Lima. Na quarta-feira (17), equipes da Delegacia-Geral do município cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um homem identificado pelas iniciais L.V.S.A., apontado como um dos envolvidos na morte de Carlos Cesar de Souza Silva.
O crime ocorreu no dia 1º de janeiro de 2026, na localidade São Salvador, situada na zona rural de Mâncio Lima. Segundo as investigações conduzidas pela Polícia Civil, a vítima foi assassinada a tiros em uma ação que teria sido motivada por um sentimento de vingança.
De acordo com os levantamentos realizados pelos investigadores, o homicídio estaria relacionado à morte de um homem conhecido pelo apelido de “Pezão”, que era irmão de um dos suspeitos envolvidos no caso. A principal linha investigativa aponta que o assassinato de Carlos Cesar teria sido planejado como represália ao episódio anterior.
As apurações indicam que cinco pessoas participaram diretamente da execução do crime. Com a prisão de L.V.S.A., sobe para quatro o número de investigados capturados pelas forças de segurança no decorrer da Operação Cajado, iniciativa criada especificamente para esclarecer o homicídio e responsabilizar todos os envolvidos.
O mandado de prisão foi expedido pela Vara Única da Comarca de Mâncio Lima e executado por agentes da Polícia Civil. Após ser localizado e detido, o suspeito foi colocado à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis.
Mesmo com o avanço das investigações e a prisão da maioria dos suspeitos apontados no inquérito, a Polícia Civil informou que as diligências continuam. O objetivo agora é localizar o quinto investigado, considerado peça importante para a conclusão do caso.
A Operação Cajado integra as ações desenvolvidas pela Polícia Civil do Acre para o enfrentamento aos crimes contra a vida no Vale do Juruá. Segundo a instituição, o trabalho busca não apenas esclarecer o homicídio ocorrido em Mâncio Lima, mas também reforçar a atuação das forças de segurança no combate à criminalidade e na promoção da justiça para as vítimas e seus familiares.
Com a prisão do quarto suspeito, a expectativa dos investigadores é concluir as etapas finais do inquérito e encaminhar o caso ao Poder Judiciário, permitindo o prosseguimento da responsabilização criminal dos envolvidos.







