Rio Branco, 25 de agosto de 2026.

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Meu SUS Digital beneficia mulheres com teleatendimento

O Ministério da Saúde passou a disponibilizar, a partir de segunda-feira 24 de agosto, 100 mil teleatendimentos mensais em saúde mental para mulheres em situação de violência e mães atípicas, oferecendo escuta, acolhimento e orientação. O serviço, é acessado pela plataforma Meu SUS Digital, o atendimento se estende também para familiares que são responsáveis por pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a iniciativa amplia o acesso ao cuidado de forma segura e adaptada à realidade das mulheres em situação de vulnerabilidade. “A proposta é oferecer o teleatendimento diretamente à população como uma primeira forma de acolhimento e de início do plano terapêutico. Depois, esse cuidado será articulado com a rede local, nos estados e municípios. Onde essa rede ainda não estiver disponível, o Ministério da Saúde continuará oferecendo o atendimento remoto”, afirmou Padilha.

Segundo as orientações do Ministério da Saúde, o acesso é feito dentro do aplicativo Meu SUS Digital, com a conta gov.br, em seguida, a usuária deve acessar “Mini Apps”, e selecionar a opção “Agora tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres” e fazer o cadastro. Ao finalizar o cadastro, é necessário responder a avaliação inicial.

O primeiro atendimento vai ser avaliado os possíveis riscos, a rede de apoio e as necessidades da cada usuária, a plataforma disponibiliza 10 sessões para cada mulher, com a possibilidade de iniciar um novo ciclo quando necessário.

Os atendimentos estrão disponíveis de segunda a sexta-feira das 8h as 20h, e aos sábados das 8h as 14h.

A iniciativa permite que mulheres tenham uma maior rede de apoio, de forma gratuita e de fácil acesso considerando dificuldades como deslocamento e a falta de tempo da grande da grande maioria de mulheres que são responsáveis pelo trabalho de cuidar não remunerado, além da inclusão de outro público: mães, tias, avós, irmãs e outras familiares que cuidam de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras, podem acessar o serviço.

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