
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou, nesta sexta-feira (18), uma ação do Programa Saúde na Escola (PSE) na Escola São Pedro I, localizada no Polo Benfica, na zona rural do município. A atividade teve como foco a saúde do adolescente, com abordagem de temas relacionados ao desenvolvimento físico, mental e social dos estudantes.
Durante a ação, profissionais de saúde promoveram rodas de conversa, palestras interativas e orientações sobre prevenção de doenças, saúde sexual e reprodutiva, além da importância da adoção de hábitos de vida saudáveis durante a adolescência.
De acordo com Edmara Alencar, coordenadora do programa, a aproximação entre as redes de saúde e educação é fundamental para fortalecer as ações de prevenção e promoção da saúde, especialmente nas comunidades rurais.
“A proposta do Programa Saúde na Escola é justamente essa: romper as barreiras do posto de saúde e levar a prevenção para onde o adolescente passa a maior parte do seu tempo. Na zona rural, ações como esta na Escola São Pedro I garantem que esses jovens recebam orientações adequadas, tirem dúvidas e tenham acesso facilitado aos serviços da rede municipal de saúde”, destacou a coordenadora.
O diretor da escola, Marcos Antonio de Oliveira, destacou que a presença dos profissionais de saúde no ambiente de ensino contribui para o desenvolvimento integral dos estudantes e complementa o trabalho pedagógico realizado em sala de aula.
“Receber o programa na nossa escola é um ganho importante. Nossos alunos do Polo Benfica muitas vezes enfrentam dificuldades de acesso aos centros urbanos. Trazer a equipe da Semsa para conversar abertamente sobre a saúde do adolescente transforma a nossa rotina e fortalece a formação cidadã desses jovens”, afirmou o diretor.
Para Elizete Damasceno, professora de uma das turmas que participou da palestra, a iniciativa é importante para o cotidiano escolar, especialmente diante das dúvidas e dos desafios próprios da adolescência.
“No dia a dia da sala de aula, percebemos muitas dúvidas e conflitos típicos dessa fase da adolescência. Quando profissionais de saúde vêm até a escola com uma linguagem acessível e acolhedora, os estudantes se sentem mais seguros para tirar dúvidas e adotar comportamentos mais saudáveis, inclusive em relação ao cuidado com a saúde sexual”, relatou a professora.











