
O jornalista e editor-chefe do Portal Acre, Leônidas Badaró, fez uma reflexão sobre o extremismo político e a importância do respeito às diferenças durante o processo eleitoral. Em sua manifestação, o comunicador repudiou atitudes discriminatórias, o machismo e a intolerância contra pessoas que possuem opiniões políticas ou orientações sexuais diferentes.
Durante a análise, Badaró destacou que o respeito deve prevalecer não apenas nas relações sociais, mas também nas disputas eleitorais, especialmente diante da polarização entre apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), candidatos à Presidência da República.
“O extremismo é o machismo, o extremismo é não respeitar as diferenças de gênero, não respeitar a opção sexual das pessoas. A gente precisa respeitar o outro. E na eleição não é diferente”, afirmou.
O jornalista ressaltou que as divergências políticas fazem parte do processo democrático, mas não devem servir de justificativa para ataques, ofensas ou atitudes de intolerância entre eleitores.
“Quem é Lula não precisa concordar com quem é Bolsonaro, mas precisa respeitar, porque é o direito do outro. Quem é Flávio Bolsonaro precisa agir da mesma forma. Nós não podemos cair nesse extremismo”, declarou.
Ao comentar a escolha do próximo presidente da República, Badaró também chamou a atenção para a necessidade de reconhecer o resultado das urnas e preservar a convivência democrática, independentemente de quem seja eleito.
“Amanhã nós vamos ter um novo presidente da República eleito, né? Porque, se o Lula ganhar, é um novo mandato. Se o Flávio Bolsonaro ganhar, vai ser a primeira vez como presidente. E a gente precisa exercer uma coisa chamada respeito ao outro. Simples”, enfatizou.
A manifestação do editor-chefe ocorre em meio ao segundo turno das eleições de 2026, realizado neste domingo, 25 de outubro, quando os brasileiros voltam às urnas para definir os rumos do país.
Com a declaração, Badaró reforçou a defesa da liberdade de escolha e da tolerância, destacando que diferenças ideológicas não devem se transformar em conflitos pessoais ou práticas discriminatórias.








