
A presidente da Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre), Sóron Steiner, afirmou que um dos primeiros desafios à frente da instituição foi reorganizar o funcionamento interno e garantir mais transparência e equidade no atendimento. A declaração foi feita nesta quarta-feira, 1º, durante participação no podcast “Dedin de Prosa”.
Durante a entrevista, ao ser questionada sobre a influência política dentro da unidade, prática que, segundo o apresentador Fredson Camargo, historicamente sempre marcou a dinâmica da Fundação, Soron reconheceu que esse cenário foi um dos principais pontos enfrentados no início da gestão.
“Esse foi o meu primeiro desafio, conseguir organizar a casa e trazer moralidade para o serviço”, afirmou. Segundo ela, embora respeite o papel dos parlamentares como representantes da população, é necessário seguir critérios técnicos no atendimento.
“Existe um fluxo que a gente precisa respeitar. A gente não pode, de forma indiscriminada, furar uma fila para beneficiar alguém, a não ser que esse paciente, por uma piora clínica, tenha uma necessidade”, explicou.
A presidente destacou ainda que o princípio adotado segue as diretrizes do Sistema Único de Saúde, priorizando quem mais precisa. “Isso é, inclusive, uma prerrogativa do SUS: dar mais para quem precisa de mais”, reforçou.








