
A Academia Acreana de Letras realiza neste sábado, 18, em Rio Branco, a primeira edição de 2026 da roda de conversa “Mulher e Poder”, com debate sobre liderança feminina, desigualdade de gênero, estereótipos e o papel das mulheres em espaços de decisão.
O encontro será realizado às 15h, no Museu dos Povos Acreanos, no Auditório Florentina Esteves, e é aberto ao público.
A conversa será mediada pela vice-presidente da Academia Acreana de Letras, Edir Figueira Marques, que destacou que o debate pretende provocar reflexão sobre desafios ainda presentes na ocupação feminina em espaços de poder.
“O enfoque será a mulher e o poder: desafios, estereótipos, discriminação, preconceitos. O papel da mulher na sociedade”, afirmou.
Participantes
A roda de conversa reúne seis mulheres com atuação em diferentes áreas e trajetórias ligadas à liderança e à vida pública:
- Antônia Tavares – escritora e economista
- Dulce Benício – presidente do Tribunal de Contas do Acre
- Márdhia Pereira – ex-secretária de Estado da Mulher
- Marta Freitas – comandante-geral da Polícia Militar do Acre
- Naluh Gouveia – conselheira do Tribunal de Contas do Acre
- Patrícia Dossa – presidente da Associação Comercial e Industrial do Acre
Segundo Edir, a escolha dos nomes busca reunir experiências de mulheres que estão ou já estiveram em posições de poder e podem contribuir para ampliar o debate.
Desigualdade de gênero em pauta
De acordo com a mediadora, a proposta do evento também é enfrentar estereótipos ainda presentes na sociedade e reforçar o debate sobre igualdade de direitos.
“Ainda temos que expor e combater a desigualdade de gênero na liderança e testemunhar que a mulher é tão capaz e tão competente quanto o homem”, destacou.
Ela também afirmou que o tema segue atual porque preconceitos e discriminações ainda limitam o pleno reconhecimento da mulher em condições de igualdade.
Papel da Academia
Além da promoção cultural, a Academia Acreana de Letras também pretende contribuir para debates públicos considerados relevantes.
Segundo Edir, a instituição busca trazer à tona temas sociais e polêmicos, ajudando a esclarecer mitos, enfrentar estereótipos e estimular posicionamentos críticos.
“A Academia deve participar dessas discussões e contribuir para esclarecer questões que ainda afetam a vida das mulheres”, disse.








