
O Rio Acre começou junho marcando 3,23 metros na medição realizada na manhã desta segunda-feira, em Rio Branco.
Sem registro de chuvas significativas nos últimos dias e a chegada do período mais forte da estiagem, a queda contínua do manancial mantém a Defesa Civil em alerta diante do nível abaixo do normal para o período.
Segundo o coordenador municipal da Defesa Civil, Cláudio Falcão, a previsão é de agravamento de junho até outubro. O gestor destacou ainda que com o avanço da estiagem, a falta de chuva e as altas temperaturas propiciam o aumento das queimadas.
“Nós monitoramos a questão do nível do rio, quantidade de chuva, umidade relativa do ar, temperatura, porque tudo isso faz parte do nosso plano de contingência, nosso plano de ação para minimizar esses impactos”, afirmou, Falcão.
Consequências
A Defesa Civil municipal manifesta preocupação com as variadas consequências do agravamento do cenário climático: “A produção rural, a piscicultura, a bacia leiteira, a agricultura em geral e a pecuária vão ser prejudicadas. A forte estiagem vai refletir no campo que vai ter perdas e consequentemente na zona urbana, já que a gente precisa desses produtos e também a questão de abastecimento de água, que é sempre um complicador nesta época de verão”, disse o coordenador.
Falcão ainda reforçou que a Defesa Civil municipal já prepara o plano de abastecimento da zona rural através dos caminhões pipa com o possível agravamento da seca. Além da importância do plano de contingência do Saerb para a zona urbana, já em andamento.








