
Durante agenda em Tarauacá, o pré-candidato ao Governo do Acre, Tião Bocalom, comentou as pesquisas de intenção de voto que o colocam na terceira colocação na disputa pelo Palácio Rio Branco. Segundo ele, o principal indicador de sua aceitação é o contato direto com a população.
Bocalom afirmou que as manifestações que recebe durante as visitas aos municípios lhe dão confiança de que as pesquisas não refletem o cenário que encontra nas ruas.
“A pesquisa que vale para mim é a que eu faço andando nas ruas. Em todo lugar que chego, as pessoas vêm me abraçar, dizem que vão votar em mim e demonstram apoio”, declarou.
O pré-candidato relembrou eleições anteriores para sustentar seu posicionamento. Citou a disputa pelo Governo do Acre, em 2010, e, principalmente, as eleições para a Prefeitura de Rio Branco em 2020, quando, segundo ele, aparecia atrás nas pesquisas cerca de um mês antes do pleito, mas terminou eleito com 65% dos votos no segundo turno. Também mencionou a reeleição em 2024, destacando que, apesar das previsões desfavoráveis, venceu ainda no primeiro turno com 55% dos votos.
Além de minimizar o impacto das pesquisas, Bocalom afirmou que pretende apresentar resultados concretos como principal argumento de sua pré-campanha. Segundo ele, sua trajetória administrativa demonstra capacidade de gestão em áreas como saúde, educação e segurança pública.
“Eu não vou ficar apenas falando de projetos. Tenho o que mostrar, porque já provei que faço e faço bem feito. Quero levar esse trabalho para o Estado e ajudar cada um dos prefeitos. Quando todos os municípios estiverem bem, o Acre também estará bem”, afirmou.







