Rio Branco, 17 de janeiro de 2026.

CASA CIVIL DIA 24

Vereadores recebem manifestantes da saúde; Presidente da CCJ afirma que PL do repasse do piso deve ser votado em breve

Aiache declarou que PL deve chegar na Câmara até esta quinta: Foto Pâmela Celina

Os vereadores de Rio Branco receberam nesta quarta-feira, 1, servidores da saúde municipal que compareceram a casa legislativa em busca do repasse do reajuste do piso salarial da categoria. Estiveram presentes no ato agentes de saúde, de endemias e em vigilância em zoonoses.

Na reunião com os parlamentares, os trabalhadores falaram sobre a necessidade da criação e aprovação de um Projeto de Lei (PL) para corrigir o reajuste da categoria.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça e Redação Final (CCJ) da Câmara, o vereador Aiache (PP), destacou que o PL deve chegar na casa lesgislativa até, no máximo, quinta-feira, 2, para que os parlamentares consigam votar a proposta.

“Para que seja pago esse piso já no mês de outubro. Agora, o impasso está no retroativo. Mas vamos ver qual é a sugestão do Executivo sobre o retroativo, de janeiro até outubro e, dependendo da proposta, a categoria vai levar para Assembleia, se vão aceitar ou não”, explicou.

Ainda nesta quarta-feira, o secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, se reúne com representantes da Casa Civil, da Articulação Política, da Secretaria de Finanças e de Planejamento para tratar sobre a proposta.

“Acredito que até meia-dia temos resolvido essa situação. Eu vou me reunir com o secretário para tentar resolver e trazer o Projeto de Lei já pronto para passar nas comissões e votar na casa”, declarou Aiache.

Os manifestantes, durante a reunião com os vereadores, também declararam não aceitar o pagamento parcelado do retroativo. Conforme o presidente da CCJ, é necessário verificar a proposta adequadamente.

“Se for parcelamento, primeiro vou perguntar o porque e vou trazer a explicação do Executivo do motivo do parcelamento. E, então, a categoria vai ver se aceita ou não. Agora não estão aceitando, mas vamos ver se tem uma explicação para isso. Talvez seja parcela única e não esteja nem parcelado, vamos saber agora quando vir o Projeto Lei”, concluiu. 

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