
Em 2026, o Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, em diversas regiões do país. Apesar de o Acre não ter casos confirmados, mas levando em consideração o aumento dos casos e a gravidade da doença, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), publicou nas redes sociais, um vídeo educativo com orientações sobre a Mpox e os principais cuidados para evitar a transmissão da doença.
No material, o médico Dr. Manoel Braga Neto explica de forma didática o que é a infecção, como ocorre o contágio e quais são os sintomas mais comuns.
“Mpox é uma doença viral transmitida principalmente pelo contato direto de secreções, de gotículas respiratórias, de lesões de pele ou objetos contaminados”, afirmou.

O que é mpox e quais os sintomas?
A Mpox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox, tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosa de pessoas infectadas. Pode provocar febre, dor de cabeça, dores no corpo e aumento de nódulos (ínguas) na região das axilas, pescoço e virilhas. Também são comuns lesões na pele, que podem ser confundidas com bolhas ou feridas e surgir em diferentes partes do corpo.
O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox (período de incubação), costuma ser de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias. Em muitos casos, a febre e o mal-estar surgem primeiro, seguidos pelo aparecimento das lesões cutâneas.
Como ocorre a transmissão
Segundo o Dr. Manoel, a transmissão acontece principalmente por meio do contato próximo ou íntimo com pessoas infectadas.
“A transmissão acontece principalmente pelo contato próximo ou íntimo de pessoas infectadas. Por isso, evite o contato com lesões ou objetos de pessoas com casos suspeitos”, orientou.
O compartilhamento de objetos de uso pessoal contaminados e o contato com secreções ou gotículas respiratórias também podem facilitar a disseminação do vírus.
Tratamento e gravidade
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a maioria dos casos é considerada leve. O tratamento é voltado para o alívio dos sintomas, como controle da febre e das dores, além do acompanhamento das lesões.
Embora a maior parte das pessoas evolua bem, complicações podem ocorrer, especialmente em indivíduos com imunidade mais baixa. Por isso, o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico são fundamentais.
Em casos raros e sem o devido acompanhamento, a doença pode evoluir para quadros mais graves. A orientação é procurar atendimento ao perceber qualquer sintoma suspeito.
“Sentiu algum sintoma? Procure a unidade de saúde mais próxima da sua casa. A Secretaria Municipal de Saúde segue trabalhando para cuidar de você”, destacou o médico.
Confira o vídeo:








