
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, foi recebido com muita festa no aeroporto internacional de Rio Branco, já na madrugada desta sexta-feira, 20, após chegar de Brasília, onde assinou sua ficha de filiação ao PSDB, partido pelo qual vai disputar a eleição ao governo do Acre.
Assim que desembarcou, Bocalom foi, literalmente, colocado nos braços da militância, que festejou aos gritos de “Bocalom voltou, Bocalom voltou”, fazendo referência ao partido pelo qual já disputou diversas eleições.
Além dos militantes, o prefeito foi abraçado por diversas autoridades, secretários municipais, vereadores da base e também o vice-prefeito Alysson Bestene, que assume a prefeitura da capital acreana a partir do próximo dia 3 de abril, já que Bocalom vai precisar renunciar ao mandato para concorrer ao Palácio Rio Branco.

Ao falar à imprensa, Bocalom falou da satisfação em retornar ao PSDB.
“Eu sempre disse que o PSDB seria uma alternativa em função do que aconteceu dentro do PL. Graças a Deus que nós voltamos para dentro do partido que nos acolheu durante quase 20 anos. Estou muito feliz em ter voltado para o ninho tucano, que vai voar alto”, afirmou.
Bocalom falou ainda sobre as manobras que tentaram impedi-lo se filiar ao partido e, consequentemente, ter a legenda do PSDB para disputar as eleições.

“Todo mundo sabe o que aconteceu, não foi fácil. Foi muito difícil. Tivemos o senador Márcio Bittar, que ligou para Aécio Neves por duas vezes. O próprio presidente do PL, Valdemar Costa Neto, também ligou para o PSDB. Então, foram essas ajudas que nós tivemos aí. Do mais, o que a gente teve, foi muita gente tentando tirar o PSDB da nossa mão”, afirmou.

Perguntado se as tentativas o deixaram magoado, Bocalom foi enfático. “Isso é jogo político e o jogo político vai acontecer sempre. Então, não me deixa absolutamente nada ressentido e nada magoado”, finalizou.








