
O deputado estadual e pré-candidato a deputado federal Pedro Longo (MDB) participou, nesta quarta-feira, 3, do podcast do Portal Acre, “Um Dedin de Prosa”, onde falou sobre a atuação parlamentar, projetos aprovados na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), desenvolvimento econômico e os planos para a disputa de uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026.
Durante a entrevista, Longo afirmou que sua experiência de mais de duas décadas na magistratura influencia diretamente sua atuação política, especialmente na busca pelo diálogo e pela construção de consensos dentro do Parlamento.
“Fica da magistratura essa capacidade de ouvir diferentes narrativas antes de formar uma opinião. No Parlamento é preciso dialogar com todos os setores e construir soluções”, afirmou.
Ao comentar a pré-candidatura a deputado federal, Longo destacou que sua atuação não está concentrada em apenas uma área específica, o que, segundo o parlamentar, permite dialogar com diferentes segmentos da sociedade.
“Trabalho muito com o funcionalismo público, com cooperativismo, associativismo, pessoas com deficiência, causa animal, produção rural e empreendedorismo. Isso me permite ter várias frentes de atuação”, disse.
O parlamentar também ressaltou que grande parte de suas emendas é destinada ao fortalecimento da produção rural, cooperativas e associações de produtores. Segundo o deputado, o cooperativismo é uma das principais ferramentas para impulsionar a economia acreana e reduzir a dependência do setor público.
“Eu acredito muito no cooperativismo como mecanismo para tornar realidade aquilo que individualmente é difícil. O pequeno produtor sozinho não consegue comprar um trator ou acessar determinadas políticas, mas organizado em uma cooperativa consegue crescer e produzir mais”, explicou.
Entre as atividades que vêm transformando a realidade econômica de famílias acreanas, o deputado citou a expansão da cafeicultura e do cultivo de cacau.
“O café é a prova de que é possível produzir mais sem abrir novas áreas. Com uma área relativamente pequena, o produtor consegue gerar renda, melhorar a vida da família e permanecer no campo”, destacou.








