Rio Branco, 14 de maio de 2026.

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Sindmed denuncia paralisação de reforma no interior

Unidades de saúde deterioradas, apresentando goteiras, falta de ventilação adequada, escassez de medicamentos, número de médicos inferior ao necessário e a inexistência de prontuário eletrônico são algumas das falhas encontradas em Plácido de Castro, Vila Campinas e Acrelândia. Todas as irregularidades foram registradas em um relatório e entregues à Secretaria de Estado da Saúde (Sesacre), ao Ministério Público Estadual, ao Conselho Regional de Medicina (CRM) e Conselho Estadual de Saúde (CES).

Sesacre preferiu não responder aos questionamentos: Foto cedida

De acordo com o documento, a Unidade Mista Ana Nery, de Vila Campinas, está em reforma desde 2022. As obras deveriam ser entregues em seis meses, mas o espaço continua sofrendo com goteiras, infiltrações e outros problemas que aumentam o risco de contaminação, agravando o estado de saúde dos pacientes.

No Hospital Manoel Marinho Monte, em Plácido de Castro, faltam equipamentos e especialistas para atender o público que procura a unidade. Na sala de observação, homens, mulheres e crianças ficam misturados, ampliando a possibilidade de propagação de doenças. As visitas da Diretoria do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) foram realizadas em abril, mas só foram divulgadas agora porque se aguardava a resolução de todos os problemas detectados, o que não ocorreu.

Em Acrelândia, a Unidade Mista funciona com apenas um plantonista, que atende a todos os casos, gerando sobrecarga para o profissional. Em todos os locais, a reclamação comum foi a falta de medicamentos, entre eles antibióticos.

Procurada, a Sesacre informou que não responderia as denúncias.

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