
Durante agenda em Xapuri, o pré-candidato ao Governo do Acre, Tião Bocalom, visitou na reserva extrativista Chico Mendes, a propriedade do produtor rural Belchior, onde conheceu de perto a produção de cacau e outras culturas desenvolvidas na área.
Acompanhado da esposa, Kelen Bocalom, e de amigos como o vice-prefeito de Xapuri, Vânio Miranda e do vice-prefeito de Brasiléia, Amaral do Gelo, Bocalom destacou a importância da diversificação da produção rural como estratégia para geração de emprego e renda no estado.
Na propriedade, o grupo conheceu a lavoura de cacau e experimentou o mel de cacau, produto produzido no local. Bocalom elogiou o trabalho desenvolvido por Belchior e sua esposa, Renilda, que deixaram Rondônia para investir na produção agrícola no Acre.
Segundo ele, a família é exemplo de dedicação ao campo, mantendo uma produção diversificada com cacau, café, banana e feijão. O ex-prefeito de Rio Branco afirmou que iniciativas como essa reforçam a proposta que defende há décadas de fortalecer o setor produtivo como caminho para o desenvolvimento econômico do estado.
“É gratificante observar o resultado de um trabalho bem executado. O Belchior é uma pessoa talentosa, dedicada à sua lavoura. É isso que queremos para o Acre: gente produzindo, gerando riqueza e oportunidades”, afirmou.
Kelen Bocalom também destacou a importância da agricultura para o crescimento do Acre e reafirmou apoio ao projeto “Produzir para Empregar”. Ela ressaltou que investir na produção rural significa fortalecer a economia e proporcionar melhores condições de vida às famílias acreanas.
“A agricultura é uma atividade perene, que gera valor, fortalece as famílias e contribui diretamente para o desenvolvimento do Acre. Precisamos apoiar cada vez mais os nossos produtores”, disse.
Durante a visita, Bocalom chamou atenção para um problema enfrentado pelo produtor. Segundo ele, Belchior aguarda há sete anos pela instalação de energia elétrica na propriedade, processo que depende de autorização do ICMBio. A falta de energia compromete o funcionamento da irrigação e provoca perdas na produção durante os períodos de estiagem.
Bocalom fez um apelo para que os órgãos responsáveis agilizem a liberação necessária, permitindo que a energia chegue à propriedade e garanta melhores condições para quem vive da agricultura.
“Não é possível que um produtor espere sete anos por uma autorização para ter energia. Sem eletricidade não há irrigação, e sem irrigação a produção sofre grandes perdas. Faço um apelo para que essa situação seja resolvida com urgência”, cobrou.

Ao final da visita, ele agradeceu a recepção da família e reafirmou seu compromisso com o fortalecimento do setor produtivo, defendendo políticas públicas voltadas ao incentivo da produção rural e à geração de emprego e renda no Acre.







