Rio Branco, 16 de setembro de 2026.

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Unindo produção à preservação ambiental, Bocalom propõe recuperar matas ciliares e ampliar arborização nas cidades do Acre

Bocalom apresenta propostas de recuperação ambiental e arborização para os municípios do Acre – Foto cedida

Fazer o Acre crescer não precisa significar escolher entre produção e preservação. A expansão das atividades econômicas pode caminhar ao lado do cuidado com os recursos naturais, desde que o desenvolvimento seja acompanhado de planejamento e medidas de proteção ambiental. É com essa perspectiva que o plano de governo de Tião Bocalom, candidato da Federação PSDB/Cidadania, coloca o meio ambiente entre as prioridades e prevê ações para recuperar matas ciliares e ampliar a arborização urbana em parceria com os municípios.

A proposta prevê programas voltados à recuperação da vegetação às margens de rios e igarapés, áreas importantes para a proteção dos cursos d’água e para a redução de processos de erosão. A recomposição dessas áreas também contribui para preservar a qualidade dos recursos hídricos e diminuir impactos ambientais que podem afetar comunidades rurais e urbanas.

Nas cidades, a ideia é ampliar a arborização dos espaços públicos, utilizando as árvores como aliadas no enfrentamento das altas temperaturas e na melhoria da qualidade ambiental. A presença de áreas verdes também pode tornar praças, ruas e outros espaços de convivência mais agradáveis para a população.

“É muito triste a gente ver, todos os anos, as nossas cidades sofrendo com alagação e famílias perdendo coisas dentro de casa. Nós precisamos trabalhar antes que o problema aconteça, cuidando dos nossos igarapés, recuperando as matas e melhorando a drenagem. É uma questão de prevenção de respeito com quem vive nessas áreas”, destaca Bocalom.

Trabalho que deu certo

A proposta também dialoga com ações realizadas por Bocalom durante sua gestão à frente da Prefeitura de Rio Branco. Entre as iniciativas estiveram operações de limpeza e recuperação de igarapés, com retirada de lixo e entulhos acumulados nos cursos d’água para melhorar o escoamento e reduzir os impactos das enxurradas sobre a população.

Um dos exemplos foi a Operação de Recuperação do Igarapé São Francisco, que envolveu a remoção mecânica e manual de resíduos acumulados no leito, além da limpeza de afluentes, como o Igarapé Batista. Em pontos onde o acúmulo de lixo dificultava a passagem da água, barcos também foram utilizados para desobstruir o fluxo.

O trabalho fez parte de ações como o programa Recupera Rio Branco, que buscou atuar em diferentes pontos da rede de drenagem da capital. A limpeza dos igarapés é uma medida que, além de contribuir para a conservação dos cursos d’água, tem impacto direto na rotina de moradores que vivem em áreas sujeitas a alagamentos.

Para Bocalom, experiências como essas mostram que a política ambiental precisa estar ligada ao cotidiano das pessoas e ao planejamento das cidades: “Nós podemos fazer o Acre crescer e aumentar a nossa produção, mas precisamos fazer isso cuidando do nosso meio ambiente. Não existe desenvolvimento de verdade se a gente não cuidar dos rios e dos igarapés. É por isso que nós queremos recuperar as matas ciliares e trabalhar junto com as prefeituras para deixar os municípios mais protegidos e também mais arborizados.”

Com as medidas previstas no plano, a proposta é levar essa atuação para os municípios, combinando recuperação ambiental, prevenção de impactos e melhoria dos espaços urbanos. A estratégia busca fazer da preservação uma parte do próprio processo de desenvolvimento do Acre.

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