Rio Branco, 12 de junho de 2026.

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Polícia Militar apresenta versão sobre “pau de peia” entre PMs e família em Cruzeiro do Sul que repercutiu nas redes sociais

Subcomandante do 6º Batalhão da Polícia Militar do Juruá, capitão Thales Campos, falou sobre o ocorrido – Foto Dhárcules Pinheiro/Sejusp

A Polícia Militar se pronunciou sobre uma ocorrência registrada no bairro Cohab, em Cruzeiro do Sul, que ganhou ampla repercussão nas redes sociais após a divulgação de vídeos mostrando uma abordagem policial (relembre aqui).

Em entrevista à imprensa, o subcomandante do 6º Batalhão da Polícia Militar do Juruá, capitão Thales Campos, explicou que a ação ocorreu após uma equipe identificar uma motociclista que, segundo a corporação, estaria cometendo infrações de trânsito durante o deslocamento pelas ruas da cidade.

De acordo com o oficial, os policiais tentaram realizar uma abordagem, mas a condutora não teria atendido à ordem de parada. A partir disso, foi iniciado um acompanhamento que terminou no bairro Cohab, onde a mulher foi interceptada pelos militares.

Segundo a versão apresentada pela PM, a situação se tornou mais complexa durante a tentativa de abordagem. O capitão relatou que a condutora teria reagido à ação policial e que familiares também passaram a intervir na ocorrência, provocando momentos de tensão no local.

Diante do cenário, outras equipes da corporação foram acionadas para prestar apoio à guarnição que atuava inicialmente. Conforme a Polícia Militar, a atuação dos agentes seguiu os protocolos operacionais previstos para situações de resistência e confronto.

O capitão Thales Campos afirmou ainda que os policiais utilizaram meios considerados adequados para conter a ocorrência e garantir a segurança dos envolvidos. Segundo ele, embora a corporação disponha de equipamentos de menor potencial ofensivo, a equipe optou por realizar a contenção física durante a intervenção.

Questionado sobre a entrada dos policiais em uma residência durante a ação, o oficial afirmou que a medida ocorreu em razão de uma situação que a corporação classificou como flagrante delito. A Polícia Militar sustenta que a atuação foi amparada pela legislação vigente.

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